Slow life


Vida lenta. Essa é a tradução literal... Mas, o que isso significa?
Vivemos numa época em que os avanços tecnológicos nos auxiliam e atrapalham ao mesmo tempo. Estamos sempre conectados e a palavra de ordem é consumir! E, como se isso não bastasse, é preciso mostrar o que temos e fazemos porque ser permanentemente feliz virou obrigação.
Para isso, precisamos comprar mais, trabalhar mais... Acabamos, sem perceber, vivendo menos.
Diante dessa realidade, a necessidade de desacelerar é uma reação em busca da sanidade e do resgate do equilíbrio perdido.
O movimento slow living incentiva uma vida inspirada por valores mais simples, preenchida por significado.
O propósito de uma vida mais plena nos leva à reflexões que direcionam para novos caminhos e escolhas mais conscientes. Tanto de atitudes, como de consumo.
Pequenas realizações do dia a dia ganham uma nova dimensão. É importante celebrar e ser grato por esses momentos!
Café da manhã em família, um passeio pelo próprio bairro, uma xícara de chá...
A arte da vida simples não tem regras. É um caminho que se percorre por escolha, não por obrigação. Entretanto, nos exige capacidade maior de viver o presente (isso é bem difícil para mim...) e discernimento para eleger prioridades que fazem sentido e vão de encontro com o desejo de encarar a vida com mais leveza.
Essa busca é contínua, não acontece de uma hora para outra e, para mim, não é modismo. Precisamos nos reconectar com nós mesmos e tornar nossa jornada menos complexa.
Tristezas e dificuldades temporárias fazem parte da vida. A capacidade de ver a beleza das coisa simples e sentir-se feliz com elas, também. 


Enfeitar a casa com flores é terapêutico. Um remédio para a alma...

Tomar um chá lentamente aquece o coração...



 Fazer da nossa casa o melhor lugar do mundo...

 Café na cama... 


 O suco da sua fruta preferida num dia de calor...

 Ah! Pão caseiro! E o cheirinho que invade a casa toda

 Lençóis perfumados, conforto e uma boa noite de sono...

 Um bolo saindo do forno e o cuidado desde o preparo. Carinho...

Comentários

  1. Concordo com tudo o que escreveste. Parece que de repente é obrigatório ser feliz, ter uma casa sempre limpa e bem decorada (feito museu), enfim ter uma vida de montra de loja.
    Somos humanos, cometemos erros, nem sempre apetece limpar e arrumar, nem sempre estamos bem dispostos.
    Beijinho Inês querida.
    Marta
    http://pitinhosdamarta.blogspot.pt/

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    Respostas
    1. Cometemos erros... Muitos! E aprendemos!
      Quanto à manter a casa arrumada, limpa e decorada, eu adoro! É verdade que nem sempre estamos com disposição, mas acho que isso é fundamental para que eu seja feliz!
      Um beijo, querida Marta!

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